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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Leitura: 101 ideias de como paparicar seu marido/esposa


Comprei esses livrinhos na revista Jequiti, foi R$9,90 e os vi na bienal do ano passado também. Eles são baratinhos e pequenos, dá para carregar pra qualquer lugar e é rapidinho de ler.
Quando eu os comprei, foi pensando em brincar com o meu namorado. Dei pra ele ler e li o meu. E me apaixonei pelos livrinhos. Eles são bem resumidos e tem dicas valiosas, vão direto ao ponto do problema. E o que mais gostei é que tem versículos em todas as páginas. O que deixa os ensinamentos com uma base mais forte, na minha opinião né.



Sinopse: Neste pequeno livro aplicamos as palavras de sabedoria do livro de Provérbios ao relacionamento conjugal. Cada seleção tem como base um provérbio da Bíblia e oferece uma sugestão prática para aplicá-lo numa vida sábia "a dois". Ninguém será capaz de seguir todas as sugestões, mas talvez você encontre aqui uma fonte de ideias capaz de lhe dar um pouco mais de "lenha" para reacender o fogo em seu casamento. 



Hoje em dia o casamento está tão banalizado, por isso dou tanto valor esses livros. Meu namorado gosta também ou aprendeu a gostar. Eu, como uma boa estudando de psicologia, estou sempre analisando os problemas/atritos/diferenças e tentando organizar em uma saída para os dois. Afinal, para um relacionamento dar certo os dois precisam se doar por ele. Já se vê que o relacionamento é entre duas pessoas, as duas devem estar bem presentes nele e atentos as necessidades de ambos. 



Tem dicas/ensinamentos que se encaixam em basicamente todos os relacionamentos em algum momento da vida.
Eu levei os livrinhos um dias desses na faculdade para uma amiga que dá aula na igreja dela para casais. E logo foi passando de mão em mão e a empolgação das meninas (em uma sala só de mulheres) foi notória. Ela liam trechos e comentavam: ahhh isso aqui é tipo eu, esse parece comigo, o fulano é assim. Se eu tivesse levado alguns para vender eu tinha lucrado uma grana.



 Pra quem tem maridos/namorados/namoridos distraídos nos detalhes, esse presente vale a pena. No estilo BBB bom, bonito e barato. Ótimo para o dia dos namorados!

Alguém aí já conhecia esses livrinhos?



domingo, 6 de abril de 2014

Leitura: Freud me tira dessa, Laura Conrad


Em 2013 na última bienal, como sempre marquei presença. Ando pelos corredores bem atenta às novidades.. E claro que o nome Freud em capslock e vermelho me chamou atenção de cara e dei uma volta correndo até encontrar a entrada do stand e quando peguei o livro nas mãos ouvi uma menina falar fui eu que escrevi. Além de ficar sem reação na hora e ir direto conferir a foto da autora no final.. Ela riu. Comprei o livro autografei e ainda deixei claro o quanto adorei o nome do livro. Essa frase é bem típica de quem é seguidora de Freud/psicologia como eu. Não tive como me render ao livro.

E assim como o título e a capa, o livro inteirinho é contagiante. Entrou de cara para a minha lista de favoritos. Sem contar que a Laura, a autora, é uma fofa. Foi super carinhosa e atenciosa.. Meu deu lembrancinhas com a logo do livro e claro, autografou ele pra mim.




Sinopse

O livro narra a história de Catarina, uma jovem que passa a morar sozinha em função do novo emprego. Dona de uma vida amorosa catastrófica e disposta a rever suas escolhas, Cat busca ajuda na psicoterapia. Como se não bastasse o dolorido processo de conhecer a si mesma e de adentrar na relação com seus familiares, Catarina se apaixona pelo terapeuta. No auge de sua angústia, a personagem recorre ao pai da Psicanálise para sair dessa. Por meio das confusões de Cat, é possível não simplesmente rir, mas também se identificar com a profunda trajetória de autoconhecimento e aceitação da própria história. 

O livro conta a história da Catarina, a Cat como é chamada carinhosamente. Ela é a típica mulher que ainda se comporta como menina e que não tem a menor sorte com os homens. Isso a deixa quase que em constância com a sua auto-estima zerada. Cat mora sozinha em um AP perto de seu emprego que adora e empenha bastante por uma promoção.
Muitas vezes fica presa no conflito 'sozinha de novo', fazendo com que sua vida seja uma tragédia para si. O que me fez rir em cada momento de drama e me identificar com cada reclamação da vida.
E quando se vê totalmente perdida no seu mundo 'alone', ela decide seguir o conselho de sua prima, mesmo indo contra a opinião de seus pais, e vai a procura de um psicólogo.
Nas terapias Cat vai desabafando os seus problemas com a mãe e na infância. Vai relembrando todos os ex que a largaram. Até que se apaixona por Luiz, o terapeuta. E enrola sua cabecinha ainda mais.




Uma leitura leve e que te prende do início ao fim.
Como toda terapia, tem seus dramas, suas crises e sua risadas de si mesma. Ela vai aprendendo nos guiando junto. O que me fez parar e pensar muitas vezes. O que me fez rir de mim também várias vezes. Cat, como eu já disse, é uma típica de nós. Que enxerga apenas o que quer enxergar e não a realidade. E perdi a conta de quantas vezes me peguei rindo sozinha imaginando a cena descrita no livro.




Laura Conrado está de parabéns pela riqueza em detalhes e linguagem cotidiana. Ela conseguiu trazer de maneira super bem humorada todas as mulheres com suas intermináveis inseguranças e dramas. Mulheres que são guerreiras, independentes, inteligentes e lindas, mas que ainda se prendem no mundinho de encontrar o príncipe encantado/cara certo. 




Adorei pegar uma carona nas terapias de Cat e ir descobrindo uma nova perspectiva.

Uma ótima dica de leitura. Pra qualquer idade.




terça-feira, 18 de março de 2014

Leitura: Moda Intuitiva, Cris Guerra

Me apaixonei pelo propósito do livro! Um 'Não-manual de Moda'. Porque ler um livro que tente nos ensinar o que devemos vestir e quando vestir a gente já estamos cheias né? Chega dessas pessoas que fazem da moda um uniforme. A tendência aparece e logo começo a ver por aí a padronização de estilo. Gostamos de moda? Sim! Gostamos da tendência? Claro! Mas não somos obrigadas a ter e usar tudo, até aquela calça saruel estampada, aiai (inimizade eterna com a saruel).
Eu já acompanhava a Cris Guerra no blog dela, Hoje vou Assim, que foi o primeiro blog de looks diários. E a minha primeira admiração a ela é nisso, sem dúvida, acordar para trabalhar todos os dias e simplesmente estar inspirada para se vestir não é mole. Eu gostava de trabalhar de uniforme por isso, não tinha o que pensar era automatizado. E quando soube do livro... Nossa, como cacei esse livro da bienal e acheeeei!


O livro é super leve e é algo que prende sua total atenção. Sabe aquela expressão: ''Comer o livro''? É tipo assim que me senti lendo ele. Ele é bem recheado de informações úteis, tanto para a auto-estima e a auto-imagem, como para a criatividade. Nos provando na prática e com ótimos argumentos de que a gente não precisa comprar a loja toda para ter o que usar. Temos tantas peças legais no armário em que só precisamos aprender a mesclá-las com outras. Talvez aquela crise de olhar o armário e sentir que não tem roupa, passe.
São páginas e páginas detalhando quais peças são amigas e/ou inimigas. Quais podemos roubar do armário do marido/namorado. Quando ousar nas cores e como fazer isso. Mas acima de tudo, como devemos nos vestir para nós mesmas e não para sustentar a opinião dos outros.

Ou pensando já por outro lado. As vezes a gente veste a primeira roupa que vê pela frente, naqueles dias de ótimo humor, sabe!? E o que você acha esse look está falando sobre a gente? Pois é, assim como nossas atitudes e palavras, por mais que algumas pessoas ainda insistam em falar que não, mas sim, a aparência e as nossas roupas dizem muito sobre nós. Por exemplo, ela demonstra claramente o nosso mau humor do dia, ou onde trabalhamos, nosso estilo musical, a época em que estamos vivendo.
A gente tem é que aprender que compramos para usar as roupas nos fazem bem. A calça que nos fez parecer mais magras ou que deu mais volume ao bumbum. O vestido florido que mais demonstrou a nossa alegria. A camisa que mais mostrou o nosso comprometimento. Que se juntar todo o nosso armário a gente encontra inúmeras histórias e facetas. 



E aqui um dos meus trechos favoritos: ''O pretinho básico, de ''vestida para chorar'' a ''vestida para matar''. Já era um hábito feminino ter o seu vestido preto no armário quando a Chanel deu mais notoriedade à peça. No entanto, foi depois disse que ele se tornou uma peça da moda. Sábia o suficiente para entender que a cor fica bem em todas as mulheres, Chanel foi persistente e tirou o preto do luto, mesmo sob protestos. Com o tempo, provou que estava certa. Alvos de constantes releituras, o pretinho básico foi eternizado por Audrey Hepburn, no filme Bonequinha de Luxo, em vários modelos feitos por Givenchy. Desde então, ele vai a todos os eventos sem constrangimento. E apesar de parecer básico, pode sair do lugar-comum se acompanhado de um acessório especial - um vestido preto parece ter sido feito para ressaltar um belo colar ou par de brincos.''...




Vale muito a pena ler o livro. O bom humor da Cris é contagiante. E você ainda tem dúvida?





 

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